Festival de Asala ou da Humanidade


Este é um relato de fatos acontecidos durante o Festival de Asala, realizado entre os dias 2 e 5 de junho de 2012, em Shamballa, conforme vivenciado pela Hoste do Sétimo Raio.

                “A abertura aconteceu, por volta das 23 horas do dia 02/06, através da ação angelical, em um vórtice de irradiação, em formato de arena. No meio do círculo por ela formado, encontravam-se os Arcanjos e Arqueas dos sete raios. Eles transformaram-se subitamente em Focos dos seus respectivos raios, como holofotes, iluminando tudo ao seu redor. A arena estava excepcionalmente brilhante e havia movimentos de Seres Angelicais dentro dela.

                Aproximadamente às 23h10 houve o pronunciamento do Senhor Gautama, que oficializou a abertura do evento. Ele passou a palavra para o Mahachohan Saint Germain, que proferiu uma breve palestra, enfatizando a importância do Festival para a descida do Espírito Divino sobre a Terra. Enquanto falavam, ambos podiam ser percebidos desde qualquer ângulo de visão que se olhasse.
                Após as falas dos dois, a arena angelical ainda continuou reunida por mais algum tempo, representando a congregação do Reino Angelical, a qual, preenchida das emanações do raio rosa, emitia suas influências de Amor a todos que do evento se aproximassem naquele momento.
                No segundo dia do Festival, dia 03/06, próximo das 23 horas, havia uma congregação de Seres da Hoste no grande átrio do Templo principal da Cidade de Luz. Pórtia (a Mãe Divina), o Senhor Supremo (Krishna) e Saint Germain se reuniram e, em triangulação, no centro do átrio, realizaram meditação co-criativa. De sua interação resultou a irradiação de Luz, a qual foi propagada pelos 21 Focos dos Templos da Grande Fraternidade Branca para toda a superfície do globo.
                Predominaram emanações que estão impregnando aos fatos que, neste ano de 2012, vêm compondo à precipitação do Plano Divino para a Terra da Era de Aquário. A Mãe Divina, que ascensionou a este cargo durante o Festival do Wesak, está atuando diretamente, através da interação com o Divino Senhor, Saint Germain e a Grande Fraternidade Branca, na construção de detalhes da propagação dos Ensinamentos da Era na oitava física. Para tanto, está sendo preparada uma parte muito importante da Obra, que envolve a presença mais intensa do Mahachohan na esfera material.
                Estas intenções estavam no éter do Asala, sendo a fonte das compreensões, das quais, por meio de meditação e introspecção, muitos seres se fizeram absorver a partir das irradiações do Festival. As luzes intensas do átrio se propagavam através de todas as esferas intercruzantes que atingiam ao plano físico-material. Após cerca de 40 minutos terrenos de trabalho, a congregação se dissipou, finalizando a ação do raio azul do ápice do evento, ou seja, do componente impulsivo das realizações do Asala.
                No dia seguinte, por volta das 10h40 já havia a congregação novamente reunida e em estado meditativo. A mesma triangulação envolvendo o Mahachohan se repetiu e, no horário do plenilúnio, a Chama Trina se expandiu, a partir do Coração de Deus, preenchendo a todos os espaços de Shamballa. A Cidade de Luz se tornou tal Divina Chama, o que resultou na manifestação de um grande êxtase coletivo. Dela emanou o Amor do Senhor pela Terra, que está descendo à oitava física através dos seus Servidores.

                O Festival de Asala representa o vórtice amarelo-dourado da Chama Trina que se vivifica através dos três eventos da lua cheia de Shamballa. Portanto, o significado deste momento tem relação com o contexto do conjunto dos três Festivais, o que irradiava da meditação co-criativa que se estabelecera no Grande Átrio naquele momento. A Grande Fraternidade Branca, em uníssono com o propósito de Deus, está conduzindo à oitava física planetária a dispensação de Ensinamentos e práticas de autotransformação para a Era de Aquário. Saint Germain, na figura do Regente da Era, está profundamente envolvido com esta Obra, bem como seu complemento, Pórtia, que ocupa o cargo de Mãe Divina. Desta forma, ambos participavam das triangulações com o Senhor Supremo, de modo a dirigir às meditações do Festival.
                A congregação se dissipou, após cerca de mais 10 ou 15 minutos terrenos, seguindo ao ápice do evento. Porém, a Luz de Shamballa continuou intensa e irradiante, carregada das energias e intenções do evento. Às 22h40 aproximadamente o átrio estava novamente repleto dos Seres da Luz que ali se congregavam a fim de participar de mais este vórtice de atividades.
                A triangulação central ou a Chama Trina vivificada, representada pelos três agentes de impulso da Nova Era terrena, se refez novamente. A meditação coletiva esteve influenciada pela irradiação do raio rosa do Coração de Deus, o qual contém a própria essência do Espírito Divino. Saint Germain e Pórtia desempenham importante função na dispensação que está sendo outorgada ao planeta nesta Era. O Espírito Divino ou a Terceira Pessoa da Suprema Trindade se manifesta por meio de Mensageiros e Ensinamentos que proporcionam o renascimento da alma humana. O Festival do Asala esteve fortemente marcado pela energia deste aspecto do Plano Divino, como pode se verificar através deste relato.
                A meditação da noite teve seu auge entre 23 e 23h10 aproximadamente, sendo finalizada alguns minutos depois.  No dia seguinte (05/06), na mesma faixa de horário, aconteceu o encerramento do evento.
                Como no primeiro dia, a arena de Seres Angelicais se reuniu, porém, desta vez, havia inúmeros associados da Mãe Divina, que a acompanharam, desde a Eterna Morada e adjacências, vindo a participar de tal congregação. Tratava-se de almas de grande beleza e Perfeição, que se movimentavam acompanhando o ritmo da música entoada pelos Anjos e Tronos, sendo que alguns dançavam, as Apsaras. Então, Saint Germain fez seu discurso de encerramento, enfatizando os resultados favoráveis do Festival, diretamente aplicáveis à realização da Obra que lhe cabe reger na oitava física planetária. Ele conclamou a todos para que se mantenham unidos em torno da concretização do Plano de Ascensão da Terra.
                Gautama emitiu também um discurso, oficializando o encerramento do evento. Ele comentou que está havendo ampliação do Serviço de exteriorização das atividades de Shamballa ao planeta. Relatou experiências que acabará de ter em contato direto com a esfera físico-material, visando a atração de almas que se encontram encarnadas a virem a travar contato mais forte com a Cidade de Luz.
                O evento se concluiu na arena angelical, onde, durante mais alguns momentos, continuou a haver a manifestação festiva dos seres que se encontravam ali reunidos”.

                O Festival de Asala é a manifestação do raio rosa da Chama Trina que é constituída pelos três Festivais da Lua Cheia de Shamballa. Portanto, dele irradia o Amor de Deus na forma de realizações da Grande Fraternidade Branca para o planeta. Pórtia assumiu o cargo de Mãe Divina durante o Wesak, a expressão do raio amarelo-dourado da Chama Trina formada pelos três eventos, para o que ela tinha sido preparada e ungida durante o Festival do Cristo, o raio azul da mesma Chama. Nota-se que houve importante movimentação em torno da ação do Regente da Era de Aquário durante a sequência dos três eventos. Sendo os três manifestações da Vontade Divina, percebe-se que Deus está decidido a estimular à Obra do Amado Mestre Saint Germain. Os três Festivais da Lua Cheia marcam o início do ano lunar e, portanto, suas realizações compõem o impulso criativo deste ciclo anual, o qual está fortemente marcado pelo fortalecimento da ação planetária do sétimo raio e do Mahachohan com seu Complemento Divino.
                Que a Luz se intensifique entre todos nós!!!

                 Hoste do Sétimo Raio

Conteúdo obtido por sintonização através de Valéria Moraes Ornellas, Sacerdotisa da Ordem de Zadkiel e co-fundadora da Editora Sétimo Raio, Rio de Janeiro – RJ, e originalmente publicado neste blog. Se desejar divulgar este texto, favor citar devidamente a autoria e a fonte original da publicação. 

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